Responsável por lançar jogadores renomados para o futebol como Dida, David Luiz, Vampeta, Alex Alves, Hulk, entre outros, o Esporte Clube Vitória gasta cerca de R$ 11 milhões por ano no futebol de base, que vai do sub-9 ao sub-20 no Rubro-Negro, e vai seguir aumentando o investimento buscando resgatar sua essência de clube formador.
Além de destacar o projeto para reconstrução da divisão de base e espera ter 50% de jogadores formados em casa, o presidente Fábio Mota falou sobre alguns erros de contratações na sua gestão, mas ressaltou que também tiveram acertos como o zagueiro Wagner Leonardo e o meia Matheusinho, principais destaques do time.
“Erramos, mas para não errar tem que ter dinheiro. Palmeira e Flamengo não erram porque tem dinheiro. Vamos errar nas contratações, faz parte. Estamos reconstruindo a divisão de base, isso demora. A gente tem trabalhado muito para isso, voltamos a ter o título de clube formador do Vitória. Ter 50% de jogadores formados em casa para competir com clubes com orçamento maior”.
“Se o Vitória tem o 15º orçamento do Brasileiro vamos errar. Mas acertamos com Matheusinho, compramos por 500 mil reais, Wagner Leonardo 750 mil. A gente não quer errar, mas vamos errar. O ideal é acertar mais do que errou em contratações. Hoje 80% do time do Vitória é do Vitória, patrimônio do clube. Precisamos do sócio, torcedor tem que renovar o plano”.

