Em entrevista após o empate contra o Corinthians, por 1 a 1, na Arena Fonte Nova, pela estreia do Campeonato Brasileiro, o técnico Rogério Ceni admitiu que faltam peças de reposição para o setor ofensivo, e que precisa mudar a formação do time quando precisa tirar Ademir e Erick Pulga, porém, pregou cautela com reforços e frisou que “o dinheiro não é infinitivo no Bahia, como muitas pessoas pensam”.
“Se você faz uma contratação errada, ela impacta muito no lado financeiro. Eu já falei, as pessoas têm uma ilusão que aqui é dinheiro infinito, não é uma questão de débito e crédito, entrada e saída de dinheiro, tem um fluxo. Todo mundo gostaria de melhorar o elenco, de ter mais uma peça de velocidade, de ter mais um defensor”, disse.
“Então, é uma questão da gente tentar não se lesionar, mas é verdadeiro que na saída dos dois velocistas de um deles, nós temos que sempre mudar a maneira de jogar. Acho que o Cadu deu uma entrevista, a gente sabe que precisa de um jogador de velocidade pelo lado, mas é uma janela que só tem o mercado interno e os valores estão muito caros para trazer reforços. Então temos que ter paciência.”, disse.
“Mas nós só vamos investir e gastar esse dinheiro no momento que nós tivemos a certeza que nós estamos trazendo um jogador que vá colaborar muito com a gente, um cara mais, um cara diferenciado. Então assim, você fazer investimento pela necessidade, todos nós sabemos, mas nós temos que fazer o investimento correto porque o dinheiro, ele é limitado como em todo lugar. Você tem suas limitações.

