O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, negou o pedido de afastamento de Ednaldo Rodrigues da presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). As petições foram apresentadas pela deputada federal Daniela do Waguinho (União-RJ) e Fernando Sarney, vice-presidente da CBF, que pediu anulação do acordo que homologou a eleição do atual gestor.
Em sua decisão, Gilmar Mendes optou por não afastar o mandatário da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) “em razão da falta de legitimidade dos requerentes para atuar em ação de controle concentrado”. Em março deste ano, Ednaldo foi eleito presidente da CBF por mais um mandato.
As provas apresentadas no pedido de afastamento serão analisadas pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Estado do Rio de Janeiro e encaminhadas à Procuradoria Geral da República para fins de intimação.
Após a decisão do Ministro, a CBF se manifestou por meio de nota oficial. Veja abaixo:
“A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) recebeu com serenidade a decisão do Supremo Tribunal Federal de negar peremptoriamente, por absoluta falta de substância e legitimidade, os pedidos de afastamento do presidente Ednaldo Rodrigues encaminhados àquela Corte nos últimos dias.
A decisão reafirma a lisura da atual gestão, que já foi aprovada em 3 turnos: na eleição de 2022, na vitória sobre a tentativa de golpe em 2024 e na reeleição ocorrida há pouco mais de um mês, com apoio maciço e histórico de todas as 27 federações estaduais e dos 40 clubes das Séries A e B.
A CBF confia plenamente na Justiça brasileira e tem certeza de que todas as mentiras perpetradas por opositores da atual gestão, empenhados numa campanha claramente orquestrada, serão derrubadas.
A CBF reforça que está totalmente à disposição das autoridades competentes para esclarecer quaisquer dúvidas e clama pela celeridade nas apurações, para que possamos enfim superar o trauma dos derrotados na eleição de 2022 e focar no que mais importa: o desenvolvimento do futebol brasileiro, com as melhores práticas de gestão e governança, trabalho incansável da atual gestão e que resultou no recém-anunciado recorde de investimento em fomento ao futebol, saltando de 42% para mais de 70% de toda receita da instituição em 2024.”

