Conselho Gestor do Vitória esclarece venda de direitos de TV e adesão à LFU

Conselho Gestor do Vitória esclarece venda de direitos de TV e adesão à LFU

De acordo com a nota, o investidor ofereceu R$ 68,2 milhões pela aquisição de 15% dos direitos comerciais do Vitória.

Conselho Gestor do Vitória esclarece venda de direitos de TV e adesão à LFU
Foto: Victor Ferreira / EC Vitória

Nesta sexta-feira (12), o Conselho Gestor do Esporte Clube Vitória divulgou uma nota oficial para esclarecer sobre a proposta de venda de parte dos direitos comerciais do clube e da adesão à Liga Forte União (LFU), que foi aprovada em reunião do Conselho Deliberativo.

De acordo com a nota, o investidor ofereceu R$ 68,2 milhões pela aquisição de 15% dos direitos comerciais do Vitória junto à Libra até 2029, mantendo o clube com os 85% restantes no período. Com a migração para a LFU, a cessão de 15% das receitas comerciais torna-se obrigatória a partir de 2030. O clube projeta o crescimento de pelo menos 35% nessas receitas.

O Conselho Gestor também frisou que a operação não configura empréstimo. O parecer do departamento jurídico concluiu que a negociação está em conformidade com o Estatuto do clube.

VEJA A NOTA

Diante da repercussão decorrente da aprovação pelo Conselho Deliberativo do Esporte Clube Vitória, na data de ontem (11), da proposta apresentada por um Investidor para aquisição de 15 por cento dos direitos a exploração comercial vinculados à participação do Clube nos campeonatos brasileiros, no período entre 2025/2074, assim como da posterior adesão à Liga Forte União, o Conselho Gestor vem a público, em respeito aos sócios e torcedores do Esporte Clube Vitória, prestar os seguintes esclarecimentos:

A) O valor ofertado pelo Investidor ao Clube no total bruto de R68,2 milhões, corresponde à compra dos direitos comerciais de 15 por cento detidos pelo Clube junto à LIBRA até 2029, ficando o Clube com 85 por cento das receitas no período;

B) A partir de 2030 para adesão à LFU, torna-se obrigatória a venda de 15 por cento das receitas comerciais do Clube, com a previsão de crescimento de no mínimo 35 por cento das referidas receitas;

C) Ratificamos que nenhum valor foi recebido pelo Clube até o momento, sob qualquer título, originada da referida transação.

Neste contexto o Conselho Gestor, solicitou parecer do seu Departamento Jurídico a respeito dos impactos estatutários da operação, no que resultou em detida análise e conclusão de que a proposta guarda perfeita consonância com o seu Estatuto, e, ademais, que a operação não se caracteriza, em hipótese alguma, como empréstimo.

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Fellipe Amaral

Administrador e colunista do site Futebol Baiano. Contato: futebolbahiano2007@gmail.com



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