O jogo entre Atlético-MG e Bahia ficou marcado por um lance polêmico logo aos 30 segundos de jogo. O zagueiro Júnior Alonso tenta pegar a bola, mas vai com a sola na perna do meia Michel Araújo. O VAR analisou o lance, mas não chamou o árbitro para revisar, alegando que foi uma jogada “limpa, pé sobre pé”.
“Sem falta, sem falta, pode seguir. Limpo. Bola. Ele escorrega na bola. Toca o pé, mas o pé não está fixo. Ele pisa na bola, e depois tem pé sobre pé. Tem um pé que está no tornozelo do jogador, mas não está fixo o pé no chão. Vai deslizando. Está em disputa a bola”.
No segundo tempo, o VAR chama o árbitro para expulsar Kanu, quando o jogo estava 0 a 0. O Atlético-MG aproveitou a superioridade numérica e venceu por 3 a 0. A não expulsão de Alonso no início do jogo irritou o técnico Rogério Ceni, que detonou o árbitro Rafael Traci.
“Não é que o árbitro é ruim, mas o senhor Rafael Traci no VAR, o que acontece com ele? Como ele vai explicar aquele lance que é expulsão clara. Sabe o que vai acontecer? Nada. Esse é o futebol brasileiro. O lance do Michel Araujo é mais propício para vermelho ou o do Kanu? O senhor Rafael Traci teve a coragem de chamar para o lance do Kanu, ele é muito corajoso aqui no campo do Atlético”, detonou Ceni.
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