O Esporte Clube Bahia, oitavo clube que mais valorizou de 2020 até 2025, aparece na 12ª colocação do ranking de clubes mais valiosos do futebol brasileiro. De acordo com estudo da Sports Value, o Esquadrão está avaliado em R$ 1,783 bilhão, sendo o mais valioso do Nordeste. O Vitória, que foi a 5ª agremiação que mais valorizou, aparece na 16ª colocação, com R$ 826 milhões.
O Bahia fechou 2024 avaliado em R$ 875 milhões e teve um avanço de 103% (R$ 908 milhões). Após a dupla Ba-Vi, surgem Fortaleza (17º), Sport (18º), Ceará (22º) e Santa Cruz (29º). O Flamengo lidera o ranking, com R$ 5,096 bilhões, seguido por Palmeiras (R$ 4,395 bilhões) e Corinthians (R$ 3,971 bilhões).
Clubes mais valiosos do Brasil em 2025
1 – Flamengo: R$ 5,096 bilhões
2 – Palmeiras: R$ 4,395 bilhões
3 – Corinthians: R$ 3,971 bilhões
4 – Atlético-MG: R$ 3,373 bilhões
5 – São Paulo: R$ 3,244 bilhões
6 – Botafogo: R$ 3,047 bilhões
7 – Cruzeiro: R$ 2,831 bilhões
8 – Internacional: R$ 2,590 bilhões
9 – Athletico-PR: R$ 2,100 bilhões
10 – Fluminense: R$ 2,085 bilhões
11 – Grêmio: R$ 1,835 bilhão
12 – Bahia: R$ 1,783 bilhão
13 – Red Bull Bragantino: R$ 1,719 bilhão
14 – Vasco: R$ 1,523 bilhão
15 – Santos: R$ 1,357 bilhão
16 – Vitória: R$ 826 milhões
17 – Fortaleza: R$ 789 milhões
18 – Sport: R$ 789 milhões
19 – Atlético-GO: R$ 433 milhões
20 – Juventude: R$ 431 milhões
21 – América-MG: R$ 413 milhões
22 – Ceará: R$ 410 milhões
23 – Cuiabá: R$ 364 milhões
24 – Coritiba: R$ 362 milhões
25 – Criciúma: R$ 302 milhões
26 – Remo: R$ 300 milhões
27 – Guarani: R$ 278 milhões
28 – Goiás: R$ 260 milhões
29 – Santa Cruz: R$ 243 milhões
30 – Ponte Preta: R$ 216 milhões
A Sports Value baseia o levantamento em uma metodologia composta por quatro pilares:
Ativo circulante e imobilizado: contempla caixa, bancos, aplicações financeiras e bens como estádio, centro de treinamento e edificações (exceto ativos intangíveis).
Valor da marca: leva em conta o potencial do mercado consumidor, o tamanho e a distribuição geográfica da torcida, índice de consumo, engajamento, capacidade de investimento em futebol e o aproveitamento real das receitas originadas da marca.
Jogadores – Ativos intangíveis: considera o valor do elenco profissional e o registro contábil dos investimentos na formação de atletas das categorias de base.
Direitos esportivos – Registros na Federação e CBF: avalia as receitas garantidas e inerentes às competições que os clubes disputam.

