Marinho viveu seu melhor momento no Santos, quando marcou 33 gols em 85 jogos, nas temporadas 2020 e 2021, e chegou a ser finalista de Libertadores e eleito Rei da América, mas perdeu a taça para o Palmeiras. Em 2022, se transferiu para o Flamengo, mas não conseguiu repetir as boas atuações. Em entrevista ao “Fala a Fonte”, da Espn, o jogador do Vitória falou sobre o sentimento de frustração por não ter sido convocado para a Copa do Mundo do Qatar.
“Na verdade, pelo momento, se falava muito em meritocracia, quem estava bem no momento tinha que ir. Eu acredito que por tudo que eu vinha desempenhando, na temporada de Libertadores, de chegar em final de Libertadores, ser eleito o melhor jogador da Libertadores, ser eleito o Rei da América também, eu acho que é um prêmio individual também, eu acho que deveria ser contabilizado, vice-artilheiro do Campeonato Brasileiro, eu tava com uma sequência muito boa de jogos, gols, assistência. Se era por merecimento, eu tinha uma chance enorme de poder ser convocado e ficou, sim, uma frustração”.
“A minha intenção era entregar o meu melhor para o meu clube e fazer com que eu viesse ter oportunidade como vários outros atletas tiveram, pela fase que estavam passando, eu acho que não seria loucura ter sido convocado, acho que faltou um pouco disso. Acho que se eu tivesse sido convocado na época, que eu tava bem. Eu acredito que que no Brasil eu era o cara mais falado, naquele momento seria seria bacana se eu tivesse uma oportunidade dessa e eu teria com certeza zerado o game. A seleção seria a cereja do bolo, de poder vestir amarelinha, mas faz parte”.
“As vezes os meninos brincam: “Porra, Marinho, você tava no radar do Tite”. Faltou uma convocaçãozinha para ir para o jogo pelo menos para assistir ali, contar umas piadinhas, e ficava de boa também, mas se eu entrasse também em algum amistoso ia tá bem cara, eu tava voando também, a confiança tava lá em cima, mas faz parte também acho que eu não me arrependo de nada eu fiz, ttudo que era pra fazer que o jogador precisa fazer”.

