Fala, Nação Tricolor! Acordei mandando um áudio pra todo mundo dizendo o óbvio: “os povo” fica brigando por Lula e Bolsonaro pra tentar esconder o que é mais importante. Meu Bahia é 4º e está na zona de classificação pra Libertadores da América.
O Bahia entrou em campo para honrar as tradições. A sua, de ser um gigante, de se manter invicto após 10 jogos no Brasileirão, de se impor diante de um time “rebaixável” e de entrar de vez no G4.
E no seu novo manto, a tradição dos povos originários da nossa terra de Pindorama. Que coisa maravilhosa.
Em campo, o adversário indigesto. Que nos venceu 3 vezes. Mas com a diferença que agora tinha Ronaldo no gol. Curiosamente, ele saiu machucado no jogo do Pará, o Bahia vencia por 1×0 e levou a virada quando ele saiu.
E o Bahia entrou pra vencer. Domínio absoluto desde o apito inicial. Tocando bola, botando o adversário no bobinho. Mas chegando no gol com pouca efetividade nas finalizações.
Um coroa que estava na fila de trás gritava o jogo todo, reclamando de tudo. Do toque de bola, de Ronaldo não dar chutão, da camisa escura demais.
Até que Kike Oliveira, tão criticado, rouba a bola do zagueiro e dispara. Levanta a cabeça e toca pra Jean Lucas, tão criticado, chegar batendo com muita precisão no canto oposto do goleiro do Remo, na bochecha da trave. 1×0. Para alegria do meu broder Marcio do canal BAHÊA HISTÓRICO.
Jean Lucas comemorou com a Torcida, com os outros jogadores e depois fez a dancinha dele.
Acredite, o coroa mandou ele parar de dançar e ir pro meio de campo.
Pulga saiu levando todo mundo, cortando pra dentro e serviu Nestor. Uma bomba, mas o goleiro fez boa defesa.
Cobrança de falta perfeita de Juba. O miserável do goleiro pegou, deu rebote, se recuperou e meteu o pé pra tirar a pancada de Jean Lucas.
Pra que porra Ceni foi elogiar ele antes da partida?
Kike de novo. Sassaricou pra cima do zagueiro e cruzou na cabeça de Véliz. Mas dessa vez o gringo, sozinho, cabeceou pra fora.
De novo Kike. Bailou pra cima do zagueiro e tocou pra Pulga. O fantástico acertou a trave.
VIRA O LADO
Acevedo me dá uma pifada pra Kike, que cruza na medida pra Pulga, sozinho, tocar pra fora.
Pulga retribui. De cabeça, deixa Kike de cara pro gol, mas o goleirão tira.
Pulga, de novo de cabeça, como pula essa pulga, deixa Véliz sozinho, mas ele chuta pra fora.
Kanivis fez o gol de cabeça. Mas estava impedido.
Até que o Bahia cansou de bater.
Aos 27 do segundo tempo, o Remo assustou com um chute que passou à direita.
Aos 29, ele fez sua primeira defesa, mas num chute fraco.
Aos 32, Ronaldo fez a segunda defesa.
Aos 35, após cobrança de escanteio, os caras acertaram uma cabeçada na rede pelo lado de fora.
Foram 10 minutos de total apagão Tricolor.
Mas aos 42 veio o nocaute.
Ademir dispara e toca pra Véliz. Ele invade a área e sofre o pênalti.
O coroa reclamava porque Juba iria bater.
Brinquei com minha sobrinha Alícia Malaquias, dizendo que iria olhar só pra ela pra saber se foi gol.
Jubinha frete grátis brocou. Ela riu. 2×0.
O coroa reclamou porque o time foi comemorar com Ceni. Meu irmão mandou ele comemorar a porra do gol. Ele deu risada e, no final, cumprimentou a gente.
Aos 48, Everton Ribeiro comete um pênalti bobo. Os caras diminuem, mas já era tarde.
BORA BAÊA MINHA PORRA!
E segue a crise Tricolor!
Fora Ceni! Fora Santoro!
O Bahia é o 4º colocado. O 2º melhor time no returno. Ampliou a sequência invicta para 11 jogos. Não perde desde o tempo em que a Argentina era a atual campeã do mundo.
É o 3º time que mais venceu desde a chegada de Ceni.
É o único invicto desde a volta da Copa.
Mas os comentários nas redes são sobre: “perde muito gol”, “já deu pra Everton e Caio”, “podia ser melhor”, “era pra ter goleado”…
O coroa da arquibancada reflete a chatice das redes.
Vai ser feliz, meu amigo. Seu time é G4!




