Após decisão unânime das 27 federações estaduais em Assembleia Geral Extraordinária, no Rio de Janeiro, a Confederação Brasileira de Futebol aprovou uma mudança no estatuto para que o presidente possa ter três mandatos consecutivos de quatro anos, ou seja, disputar duas reeleições, o que antes não era permitido.
De acordo com informação do portal UOL, o argumento da CBF para adotar esse número máximo de três mandatos seguidos é aplicar o que é válido na Fifa (entidade que gere o futebol mundial) e na Conmebol (confederação responsável pelo futebol sul-americano).
A mudança também desconsidera períodos de presidência interina, desta forma, o atual presidente Ednaldo Rodrigues, que assumiu interinamente em 2021 após afastamento de gestão de Rogério Caboclo, pode permanecer no cargo até 2034. Ele disputaria as reeleições em 2026 e 2030.
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