Ídolo do Vitória recorda goleadas sobre o Bahia e campanha histórica em 2013

Ídolo do Vitória recorda goleadas sobre o Bahia e campanha histórica em 2013

"A gente sabia que podia vencer qualquer equipe em 2013", disse o ex-jogador Escudero.

Ídolo do Vitória recorda goleadas sobre o Bahia e campanha histórica em 2013
Foto: Felipe Oliveira/Divulgação / Vitória

Todo torcedor rubro-negro certamente se lembra de Damián Escudero, um dos ídolos recentes do Esporte Clube Vitória. O argentino vestiu a camisa rubro-negra entre 2013 e 2015, e fez parte daquele time que terminou o Campeonato Brasileiro na 5ª colocação, quase se classificando para a Libertadores.

A campanha foi por muito tempo a melhor de um nordestino na Série A de pontos corridos, superada apenas em 2024 pelo Fortaleza. Escudero lembrou que na época a equipe tinha muita confiança, mesmo quando enfrentava times cascudos como Palmeiras, Corinthians e Flamengo.

“A gente sabia que podia vencer qualquer equipe. Fosse com Palmeiras, Corinthians ou Flamengo a gente jogava da mesma maneira. Pode ser considerado arriscado, mas fizemos uma grande campanha”, disse o ex-jogador ao globo esporte.

Escudero também lembrou da reinauguração da Arena Fonte Nova, aquela goleada de 5 a 1 sobre o arquirrival Bahia. Dias depois, pelo jogo de ida da final do Baianão, outra goleada do Vitória, agora por 7 a 3, novamente na Fonte Nova.

“Impressionante. A gente fazia gol e queria fazer mais um, mais um, essa era a nossa maneira de respeitar o rival, jogando para frente, não brincando ou falando nada demais. Esses valores para mim foram ensinados desde pequeno, mostrar dentro do campo”, afirmou Damián Escudero.

Escudero fez uma grande temporada em 2013, mas no ano seguinte, sofreu com uma lesão no Ligamento Cruzado Anterior (LCA). Por conta disso, o ex-jogador precisou ficar entre seis a sete meses afastado dos gramados. Quando retornou, ainda com poucas condições de jogo, o Leão já estava com o rebaixamento encaminhado à Série B.

“Eu vinha de um 2013 muito bom, mas acabei me machucando em fevereiro, em Pituaçu. Esse foi um ano de muito aprendizado para mim. De me comprometer ao máximo para voltar quanto antes. Foi um ano de muito sacrifício. Acordava às 7h, 8h, já estava no clube e só voltava para casa às 20h”, conta o ex-jogador.

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Fellipe Amaral

Administrador e colunista do site Futebol Baiano. Contato: futebolbahiano2007@gmail.com



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