Carpini explica rodízio de capitães no Vitória: 'Não pode ser refém de um jogador'

Carpini explica rodízio de capitães no Vitória: ‘Não pode ser refém de um jogador’

Contra o Atlético de Alagoinhas, pela semifinal do Baianão, o escolhido foi Wellington Rato.

Carpini explica rodízio de capitães no Vitória: ‘Não pode ser refém de um jogador’
Foto: Victor Ferreira | EC Vitória

Após a saída de Wagner Leonardo, o técnico Thiago Carpini vem adotando um rodízio de capitães no Esporte Clube Vitória. Cada jogo, um atleta diferente recebe a braçadeira. Contra o Atlético de Alagoinhas, pela semifinal do Baianão, o escolhido foi Wellington Rato. Em entrevista, o treinador explicou a estratégia e frisou que o time não pode ser refém de um jogador.

“A gente tem essa estratégia agora de rodar as lideranças. Todos sabem o que foi planejado, então com esse rodízio eu quero criar mais pilares. O Vitória não pode ser refém de um jogador, de Carpini, de ninguém. Precisamos criar responsabilidades para todos no nosso dia a dia”.

Com o 4 a 0 no jogo de ida da semifinal, contra o Atlético, o Leão pode perder até por três gols de diferença que ainda assim garante a vaga na final. Já o Carcará precisa devolver a goleada de 4 a 0 para decidir nos pênaltis ou aplicar 5 a 0 para ir à final. Quem avançar, pega na final Bahia ou Jacuipense.

O Esporte Clube Vitória volta a campo agora na quarta-feira (05), às 21h30, no Estádio Manoel Barradas. O duelo é válido pela 5ª rodada da primeira fase da Copa do Nordeste. O Leão lidera o Grupo A, com 10 pontos e ainda invicto, seguido por Sport, com 9, e Fortaleza e CRB, com 6.

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Fellipe Amaral

Administrador e colunista do site Futebol Baiano. Contato: futebolbahiano2007@gmail.com



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