A torcida do Santos não ficou nada satisfeita com mais um jogo sem vencer e disparou xingamentos e vaias contra o técnico Pedro Caixinha após o empate em 2 a 2 com o Bahia, na Vila Belmiro, no último domingo. Pressionado, o treinador português afirmou que não se abala com as críticas e disse que o torcedor está no seu direito.
“A torcida é sempre soberana. Para apoiar, para entender o momento que o clube está a fazer daqui para frente. E é soberana para vaiar. Prefiro que vaiem a mim do que meus jogadores. Não tenho nenhum problema com essa pressão. Não me vai levar a tomar decisões que não acredito, do primeiro ao último dia”, afirmou Caixinha.
“Sempre encontram culpados, mas eu estou sempre presente. Vão procurar culpados e cabe a mim defender sempre os nossos jogadores. Isso, eu vou fazer sempre, para que possam dar resposta dentro do campo. Não ganhamos, mas a forma é um sinal de que vamos ser muito fortes nesse Brasileirão”, completou.
O treinador do Peixe minimizou a pressão vinda das redes sociais. “Não tenho redes sociais. Não vejo esse tipo de resposta. Apenas analisamos o jogo anterior e preparamos esse jogo. Nós jogamos melhor do que o Vasco. Desligamos do jogo e foi o 11 que iniciou hoje. Tinham o orgulho ferido e um aprendizado. Quis mesmo reforçar essa situação. Hoje, nós vimos uma equipe com comportamento que trabalhamos todos os dias”, pontuou o comandante.

