Nos últimos dias, o Movimento Vitória SAF deixou o torcedor rubro-negro eufórico com a possibilidade de negociação com o QSI (Qatar Sports Investments), grupo dono do Paris Saint-Germain. Ex-jogador do clube e com passagem pela Seleção do Qatar, o deputado estadual Marcone Amaral seria o responsável pela tentativa de aproximação com o conglomerado.
O Movimento Vitória SAF, que foi criado por conselheiros, agendou uma viagem para o final do ano, para se reunir com o QSI no Qatar e apresentar um relatório sobre o clube. Em entrevista, o presidente Fábio Mota falou sobre o movimento e criticou a forma como o tema está sendo tratado nas redes sociais, afirmando que ‘isso atrapalha’.
“Recebi o movimento no meu gabinete, abri as portas. Mas negociação de SAF não se faz em rádio, em internet, em televisão. Isso atrapalha. Tem que discutir valuation, direito de superfície, divisão de base”, disse o presidente do Vitória.
O presidente Fábio Mota sempre defendeu o modelo de SAF com a venda ação minoritária para manter o controle do futebol, como fez o Fortaleza, e diferente do Bahia, que repassou 90% das ações. No entanto, o advogado André Sica, responsável pela montagem da SAF do clube, acredita que será difícil achar um investidor minoritário.

