O Esporte Clube Vitória deve apresentar ao Conselho Deliberativo nos próximos meses a proposta de construção da Arena Barradão. O financiamento do projeto virá por meio de fundos de investimento vinculados a empresas nacionais, modelo semelhante ao adotado em arenas como a das Dunas, em Natal, e a Neo Química Arena, em São Paulo.
O investimento deve ser em torno de R$ 450 milhões e a capacidade do estádio aumentado para 50 mil pessoas. A ideia é lucrar com a Arena Barradão também com eventos. O presidente Fábio Mota esclareceu que a empresa que vai construir a Arena não terá vinculação com plano de sócios, que seguirá sendo do clube.
“O futebol continua sendo prioridade, o futebol continua sendo do Vitória, não muda nada. O sócio continua sendo do Vitória, a empresa que vai chegar para fazer a Arena Barradão não tem nenhuma vinculação com o plano de sócio, não tem nenhuma vinculação com o torcedor. Vem agregar, o Vitória passa a ter uma nova renda, que é a renda sobre os eventos. O futebol é prioridade, continua sendo gerido e feito pelo Vitória, o plano de sócio não muda nada na vida do torcedor.
“A vida muda no patrimônio do clube, que passa a ter um equipamento novo. Um equipamento moderno, podendo diversificar suas receitas, trazer para cá feiras internacionais, eventos e shows internacionais, por aí vai. E levaremos agora, quando nós levarmos os investidores ao prefeito, é uma das nossas pautas. É o pedido de uma linha de BRT para a Arena Barradão. O BRT é um transporte moderno, climatizado, rápido, com via exclusiva, e linkaria o metrô ao BRT. Esse é um pedido nosso, e a gente vai reforçar isso com a chegada do investimento que vai ser feito na cidade, para a gente ter uma linha do BRT ligando a Arena Barradão ao metrô”.

