O técnico Rogério Ceni chegou ao Bahia em setembro de 2023 com a missão de evitar o rebaixamento à Série B, e conseguiu, mesmo com muito sofrimento. Em 2024, o Esquadrão passou todo o Brasileirão na primeira página da tabela e terminou garantindo a classificação para a Libertadores depois de 36 anos, e fazendo seu melhor 1º turno da história do clube.
A cada ano que passa, o sarrafo aumenta e as cobranças também, com os torcedores esperando algum título de expressão diante do investimento do Grupo City. Na visão de Rogério Ceni, esse Bahia atual está caminhando passos largos para ser o maior e melhor de toda sua história.
“Quem levou o Bahia foram os jogadores, pela dedicação, propósito. A gente só é parte do processo, ideias de jogo, como jogar. Mas execução é feita por eles. Para mim, o que importa é que o Bahia caminha a passos largos para ser o maior e melhor Bahia de toda a sua história”, afirma Rogério Ceni.
Bahia está disputando ainda Copa do Nordeste, Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro e Copa Sul-Americana. Ceni frisou que esse segundo semestre será mais difícil. “A segunda parte do ano é a mais difícil, porque é a parte onde a desilusão pode chegar. Em um mês nós temos Copa do Nordeste, Copa do Brasil, Copa Sul-Americana, todos os jogos eliminatórios. Paralelo a isso, você tem que tentar se manter entre os primeiros no Campeonato Brasileiro. O Bahia é o único time que joga quatro competições no ano ainda. A não ser que você consiga se manter vivo em tudo, você vai conviver com mais desilusões na segunda parte”.
“Este ano, o que tem de melhor é que a gente tem um número maior de jogadores que está jogando, uma minutagem melhor distribuída, mas é um calendário dificílimo para você se manter bem em todas as competições. Aqui se você perde um jogo você tem a desilusão de ser eliminado de uma competição. Então, é um semestre que mentalmente é mais difícil de ser absorvido pelo torcedor”.

