Os programas esportivos repercutiram a notícia da compra do jovem Kauê Furquim pelo Bahia, pagando a multa rescisória de R$ 14 milhões e tirando a joia do Corinthians. Durante o programa da Jovem Pan, o jornalista Bruno Prado, da Jovem Pan, comentou sobre o assunto e destacou que jogar no Esquadrão atualmente é estar em um lugar organizado e que abre portas mais rápidas para o exterior, já que o Grupo City tem muitos clubes ao redor do mundo.
“Hoje o Bahia pertence ao Grupo City, mas o Bahia não estava na situação tão desesperadora como estava o Botafogo, Vasco e Cruzeiro quando viraram SAF. O Bahia teve até um rebaixamento em 2021, mas o Bahia estava minimamente organizado já com gestões anteriores. Teve o Marcelo Sant’Ana, depois o Guilherme Bellintani, mas claro, não tinha o poder hoje de investimento que tem o Bahia através do Grupo City. Quando você vai para o Bahia hoje, você vai estar em um lugar organizado e pode abrir portas até mais rápidas, mais fáceis para jogar no exterior também, no futuro, falando de um jovem jogador”.
Kauê assinou o primeiro contra profissional em abril deste ano e tinha multa rescisória para clubes estrangeiros em 50 milhões de euros (R$ 331 milhões na cotação do dia). Já a multa para o futebol brasileiro era de 2.000 vezes o valor do salário. Como ele recebia R$ 7 mil por mês, a multa era de R$ 14 milhões.
O Corinthians chegou a conversar com o empresário para renovar o contrato do jogador e dobrar o salário para R$ 14 mil, porém, antes disso, o Bahia entrou na jogada e pagou a multa, pegando o time paulista de surpresa. No Tricolor, ele deve receber um salário de R$ 42 mil, ou seja, com uma multa de R$ 84 milhões para o mercado nacional.

