Após a demissão de Fábio Carille, dois nomes foram especulados no Vitória. Ramón Díaz, ex-Corinthians e Vasco, que está sem clube após a saída do Olímpia, e Vagner Mancini, líder da Série B com o Goiás. O primeiro tem o salário alto, enquanto o segundo disse ter recusado a proposta, porém, o presidente Fábio Mota negou que tenha procurado Mancini.
Com isso, o Vitória será comandado por Rodrigo Chagas contra o Atlético-MG, de forma interina, porém, a diretoria vai avaliar se ele será efetivado ou se buscará um treinador. Em entrevista coletiva, Chagas falou sobre a possibilidade de ser mantido no cargo e se colocou à disposição para ajudar.
“Isso é algo que eu deixo para a diretoria do clube. Sou funcionário do clube. Independente de ser interino ou não, estou aqui à disposição do clube para fazer o melhor. Dentro disso as coisas vão acontecer e as informações vão chegar para vocês”, disse.
“Para dizer a verdade, desde que eu sai, lá atrás, nunca foi meu desejo. Sempre quis continuar no clube. Tive um grande desafio esse ano pelo Porto Vitória, um clube que estava para cair e terminamos indo para a final. Espero fazer um trabalho ainda melhor aqui no Vitória”.
“Quando fui chamado, fiquei o dia todo aqui. Já estudei o adversário, as possibilidades de sistema que podemos trabalhar, as questões individuais do adversário, e as nossas também. Eu não acompanho o dia a dia do profissional, mas sempre que podia estava vendo os atletas. O planejamento está forte. Eu fico lisonjeado em ser apresentado como treinador interino, é a primeira vez, isso mostra a importância que temos para o clube. Temos que dar nosso melhor, todo profissional tem que acreditar na sua capacidade e eu acredito muito na minha”.

