Após a repercussão da notícia de que o Banco Central rescindiu o acordo de parcelamento de uma dívida por inadimplência e determinou a penhora do Estádio Manoel Barradas, o presidente Fábio Mota tranquilizou o torcedor e garantiu que não existo risco algum do Barradão ir a leilão.
De acordo com Fábio Mota, o débito do Vitória com o Banco Central está incluído num dos parcelamentos de dívida firmado pelo clube. Neste acordo, o Leão paga R$ 145 mil mensais. “As dívidas estão parceladas e não tem risco de o Barradão ir a leilão. Já foram pagos 158 milhões [de dívidas] desde quando aqui chegamos”, garantiu, em entrevista ao Aratu On.
O clube pretende utilizar os recursos oriundos da venda de 15% dos direitos de transmissão para a Liga Forte União (LFU) para quitar várias dívidas, entre elas com o banco. O Leão da Barra receberá R$ 62,8 milhões, referentes ao restante do vínculo até 2029 com a Liga do Futebol Brasileiro (Libra).
O Vitória informou que tem R$ 4,6 milhões de débitos com o Banco Central, dos quais R$ 1,6 milhão foram quitados. O clube aderiu ao Regime Centralizado de Execuções (RCE) e as execuções individuais movidas contra o clube foram suspensas: uma do banco Daycoval e outra com Sandra José dos Santos.

