Nesta terça-feira, dia 9 de setembro, o técnico Rogério Ceni completou dois anos no comando do Esporte Clube Bahia, três dias após conquistar o pentacampeonato da Copa do Nordeste, seu segundo título pelo clube – ele já tinha conquistado o Campeonato Baiano também esse ano, repetindo a dobradinha de Evaristo de Macedo em 2001.
Em 2023, após passar por clubes como São Paulo, Cruzeiro, Fortaleza e Flamengo, Ceni chegou ao Bahia com a missão de manter a equipe na elite do futebol brasileiro. E assim foi feito. No ano seguinte, Ceni comandou o grupo que fez um Campeonato Brasileiro histórico, conquistando o oitavo lugar e uma vaga na Libertadores após 35 anos distante.
Em 140 jogos, Ceni venceu 75, empatou 28 e perdeu 37, com 231 gols marcados. Neste ano, o comandante e o Esquadrão ainda tem a Copa do Brasil e o Brasileirão pela frente. Nesta quarta (10), às 19h, o desafio será o jogo da volta da Copa, contra o Fluminense, no Maracanã.
Além dos títulos, Ceni alcançou marcantes importantes e feito inéditos. Ele garantiu o oitavo lugar e melhor colocação do Bahia na era dos pontos corridos (2024). Levou o clube à Libertadores após 36 anos. Além disso, quebrou tabus, como o primeiro triunfo sobre o Corinthians em Itaquera (2023), primeiro triunfo sobre Palmeiras no Allianz Parque (2025), primeiro triunfo sobre o Bragantino em Bragança Paulista (2025), primeiro triunfo fora de casa na Libertadores (2025).
Nesta quarta-feira, ele tentará quebrar mais um tabu e colocar o Bahia na semifinal da Copa do Brasil pela primeira vez na sua história. O Esquadrão visita o Fluminense, no Maracanã, pelo jogo de volta das quartas de final. Na ida, o tricolor baiano venceu por 1 a 0 na Arena Fonte Nova com gol de Luciano Juba.

