"A perspectiva é que o Bahia consiga chegar numa prateleira mais acima"

“A perspectiva é que o Bahia consiga chegar numa prateleira mais acima”

Marcelo Sant'Ana avalia trabalho do Grupo City no Bahia como positivo.

“A perspectiva é que o Bahia consiga chegar numa prateleira mais acima”
Foto: Reprodução/Zona Mista

Presidente do Bahia de 2015 a 2017 e um dos responsáveis pela reconstrução do clube após a destituição de Marcelo Guimarães Filho, Marcelo Sant’Ana votou contra a venda da SAF para o City Football Group e na época recebeu muitas críticas, mas explicou que tomou essa decisão por não ter tido acesso ao contrato.

Após a venda, Marcelo Sant’Ana mudou de opinião e passou a apoiar a SAF do Bahia, inclusive, após o primeiro ano decepcionante, afirmou que na ocasião que confiava na capacidade de gestão do conglomerado. Em entrevista recente ao Zona Mista, o gestor analisou esses três anos de Grupo City no Bahia e enxerga um crescimento, com o clube alcançando uma prateleira mais acima.

“O Bahia está numa segunda temporada, onde nos piores momentos, está em sexto, está em oitavo do campeonato. E o indicativo é de evolução para as próximas temporadas, pelo que a gente vem acompanhando. O Bahia não perde mais um jogador hoje. O Bahia não perdeu o Juba, não perdeu o Jean Lucas, não perdeu o Caio Alexandre, o Cauly. O Lucho saiu agora numa situação muito boa, economicamente, dos dois lados”.

“Eu acho que o trabalho que tem sido feito nesses três anos no Bahia é um trabalho extremamente positivo, após um primeiro ano muito abaixo. O primeiro ano foi muito preocupante, não só pelo Bahia ter disputado ali para não cair até a última rodada. Mas se você pegar a própria construção de elenco, os atletas do primeiro ano pouco contribuíram para esses momentos positivos que o Bahia tem vivendo”.

Sant’Ana comparou com o Athletico-PR, que conseguiu ganhar duas Sul-Americanas e uma Copa do Brasil, além de chegar em uma final de Libertadores.

“A perspectiva que você tem é que o Bahia consiga chegar numa prateleira mais acima, que foi um processo que o Athletico-PR, por exemplo, passou. Conseguiu, com muito mérito, ganhar duas Sul-americanas, ganhar uma Copa do Brasil, perder uma final de Libertadores, perder uma final de Copa do Brasil. Mas foi um clube que chegou. Trazendo jogadores, complementando a formação desses jogadores e com poucas peças de um renome um pouco maior. Eu acredito que é o caminho que o Bahia tem buscado”.

 

Deixe seu comentário

Autor(a)

mm

Fellipe Amaral

Administrador e colunista do site Futebol Baiano. Contato: futebolbahiano2007@gmail.com



WP2Social Auto Publish Powered By : XYZScripts.com