Emprestado pelo Grêmio até dezembro, o atacante Kike Olivera explicou a escolha pelo Esporte Clube Bahia e afirmou que tudo fez a diferença, citando a conversa com Cadu Santoro, o projeto do Grupo City, Lucho Rodríguez e também os companheiros uruguaios (Acevedo e Michel Araujo).
“Tudo [fez a diferença]. O Cadu [Santoro], o Grupo [City], os companheiros, o Lucho [Rodríguez, que deixou o Bahia em 2025], os companheiros uruguaios, o ambiente do Bahia, tudo isso”, afirmou o atacante.
No Bahia, Kike espera se adaptar rapidamente e ainda sonha com a convocação para defender a Seleção Uruguaia na Copa do Mundo. “Tudo que o jogador quer é ir para a Copa do Mundo. Mas tem que trabalhar muito. [Bielsa, Marcelo] é um treinador perfeccionista. Me ajuda muito. O primeiro objetivo aqui é ajudar o Bahia, entregar o melhor e fazer tudo o possível para que esteja no alto. Depois, a Copa do Mundo é tudo que um jogador sonha”, disse.
O jogador falou sobre a difícil adaptação no Grêmio e frisou que “encontrou outro ar” no Bahia. “Me custou muito a adaptação no Grêmio. Também o fator confiança. Desde que pisei aqui encontrei outro ar, outro sistema que encontrei lá. Estou me sentindo em casa. E ter companheiros uruguaios que me receberam bem me ajuda muito”, contou Kike, que vai jogar ao lado de Acevedo e Michel Araujo.
“No Los Angeles fiz uma temporada muito boa, com gols, assistências. A confiança que o corpo técnico e companheiros terão… Vou estar em um bom clube, em um boa cidade. O jogador tem que se sentir feliz, como estou aqui com os companheiros e corpo técnico. É um lugar que eu queria estar”, completa.

