Desde 2019 atuando no exterior, com passagens por Famalicão, de Portugal, e Qingdao West Coast, da China, o zagueiro Riccieli chega ao Vitória para assumir o posto de Lucas Halter, que era a principal liderança do sistema defensivo. Com 27 anos, o jogador falou sobre a experiência na Europa e a diferença para o futebol brasileiro.
“Eu me sinto pronto. Uma das coisas que eu aprendi na Europa é se cuidar, mesmo nas férias. Se o treinador decidir que vou jogar, quero dar a melhor resposta possível. A adaptação do jogador reflete dentro de campo e fora. Fiquei muito tempo na Europa, depois na China. O futebol na Europa é mais organizado, mais rápido. Na China não tem tanta qualidade como no Brasil. Estou assistindo aos jogos, treinando e conversando com treinador e companheiros”.
“A mais clara é o profissionalismo, a forma de encarar as coisas. Na Europa é assim, mesmo fora de campo. É uma coisa que eu acho que vai fazer a diferença. O nível aqui é muito alto”.
Na Europa, Riccieli enfrentou atacantes como Darwin Núñez e Luis Díaz, mas frisou que no futebol brasileiro também tem atacantes do mesmo nível.
“Sobre os atacantes que já enfrentei, acho que aqui vou enfrentar jogadores de qualidade também. Já enfrentei Darwin Núñez, Luis Díaz, esse tipo de atacante. É um nível muito alto, mas aqui também tem”.

