O clássico Ba-Vi, que terminou empatado por 1 a 1 na Arena Fonte Nova, ficou marcado por um lance pouco comum: a anulação de um gol de pênalti por invasão. Logo no início do jogo, Lucas Arcanjo falhou, perdeu a bola para Erick Pulga e derrubou o atacante na área. O árbitro Rafael Rodrigo Klein, corretamente, marcou a penalidade.
Willian José foi para a cobrança e parou na defesa de Arcanjo, mas no rebote Luciano Juba marcou o gol. Porém, o árbitro de vídeo Wagner Reway, de Santa Catarina, viu que o lateral invadiu a área antes da finalização do centroavante, e avisou ao juiz de campo que anulou o gol.
O gol foi bem anulado pela arbitragem de vídeo? O que diz a regra:
- Se somente a equipe atacante tivesse invadido a área, a cobrança seria repetida caso ele impactasse na sequência do lance.
- Se somente a equipe atacante tivesse invadido a área, mas sem impactar diretamente na sequência do lance, a cobrança não seria repetida.
- Se somente a equipe atacante tivesse invadido a área, mas com a cobrança sendo convertida, o gol seria validado.
- Se somente a equipe defensora invadissem a área e impactassem no lance, a cobrança deveria ter sido repetida.
- Se somente a equipe defensora invadissem a área e não impactassem no lance, a cobrança não seria repetida.
- Se somente a equipe defensora invadissem a área, mas com a cobrança sendo convertida pelo batedor, o gol seria validado.
- Se ambos os times invadirem a área (que foi o caso do Ba-Vi), a cobrança será repetida se a penalidade não for convertida e os jogadores (que invadiram) tiverem impacto na sequência do lance, sendo gol ou não após a cobrança.
- Em caso de chute para fora ou defesa do goleiro mandando a bola para escanteio, a cobrança não será repetida.

