O Esporte Clube Bahia ficou na bronca com a arbitragem após a derrota para o Palmeiras, por 2 a 1, na Arena Fonte Nova. A principal reclamação foi uma possível falta de Gustavo Gómez em David Duarte no lance do gol contra de Ramos Mingo. O árbitro nada marcou e nem foi chamado pelo VAR para rever o lance.
Na saída do campo, jogadores do Bahia, o técnico Rogério Ceni e até mesmo o diretor Cadu Santoro protestaram contra o árbitro Lucas Casagrande. Na entrevista após o jogo, o meia Everton Ribeiro, que já passou por clubes como Cruzeiro e Flamengo, foi perguntado sobre um possível favorecimento da arbitragem para os clubes do eixo.
“Eu acreditava que não [houvesse favorecimento], mas jogando aqui a gente vê que, não sei se é por… É difícil falar também, porque eles, às vezes, erram para os dois lados. Mas aqui, numa não checagem, olhando lá de cima, é diferente. Ontem teve um lance muito parecido e checaram, tiraram. Então, a gente tenta fazer o nosso melhor dentro de campo, mas esses eles dificultam muito”.
“Geralmente, é para um time que está brigando lá em cima, um time que tem um peso e uma voz grande. Nas entrevistas, nos bastidores, então temos que fazer a nossa parte lá dentro de campo, mas também nos impor fora de campo para querer brigar lá em cima, porque esses erros fazem a diferença e não pode passar batido”, completou.

