O diretor de futebol do Esporte Clube Bahia, Cadu Santoro, falou sobre a chegada do goleiro Léo Vieira, para suprir a lesão de Ronaldo, que ficará entre dois a três meses longe dos gramados. O jogador assinou contrato até o fim de 2026. O dirigente afirmou que a movimentação no último dia da janela não é a ideal, mas era necessária e que Léo sempre foi primeira opção.
“Desde a aposentadoria do Danilo Fernandes definimos que iniciaríamos o ano com Ronaldo, João Paulo e um garoto da base, o Victor. Mas o Ronaldo teve uma lesão grave, apesar do tratamento conservador, e faltavam apenas cinco dias para o fechamento da janela. Se tivesse sido uma lesão muscular, coisa de impacto curto, provavelmente não teria feito movimento. Mas como foi lesão grave, seria irresponsabilidade da minha parte se a gente não buscasse reposição”.
“Foi tudo muito rápido. Dos nomes que a gente discutiu, o Léo sempre foi primeira opção, atleta que a gente vinha monitorando. Também sabia que seria difícil a saída dele da Chapecoense. Mas a vontade do Léo fortaleceu. Não é movimento que a gente gosta, no último dia da janela. Não é o ideal, mas a gente tinha que se movimentar”, comentou Cadu Santoro, diretor do Bahia.

