A temporada de 2010 foi histórica para o Vitória. Naquele ano, o Leão conquistou o Campeonato Baiano, a Copa do Nordeste e foi vice-campeão da Copa do Brasil, onde enfrentou o Santos de Neymar e Paulo Henrique Ganso na decisão.
Um dos destaques daquele time era o atacante Cléber Schwenck. Com mais de 50 jogos e 13 gols marcados em 2010, ele balançou as redes em todas as competições que o Vitória foi finalista.
“A minha passagem pelo Vitória foi muito marcante. Em 2010, conquistamos o Campeonato Baiano e a Copa do Nordeste, além de chegarmos à final da Copa do Brasil. Foi um ano de muitas conquistas e que guardo com muito carinho na memória”, relembrou o ex-jogador e hoje técnico.
“Na decisão da Copa do Brasil contra o Santos, perdemos o primeiro jogo por 2 a 0, na Vila Belmiro. No Barradão, diante de um estádio lotado, saímos atrás no placar, mas conseguimos virar para 2 a 1. Infelizmente, a regra do gol fora de casa acabou nos prejudicando, mas foi uma campanha muito especial para todos nós”, contou.
Atacante curte “fase treinador”
Após pendurar as chuteiras, Schwenck seguiu no futebol, agora na função de treinador. Ele trabalhou nas categorias de base do Marcílio Dias, de Santa Catarina, e chegou a comandar algumas equipes profissionais do estado, como Carlos Renaux, Navegantes e Atlético Itajaí.
Recentemente, o ex-atacante de 47 anos aceitou o desafio de retornar para a formação de atletas, e esteve à frente da equipe sub-20 do Boavista-RJ. Há quase uma década atuando na beira do gramado, Cléber Schwenck curte o novo momento da carreira.
“Como treinador, estou vivendo uma experiência muito boa. Trabalhei quase sete anos na base e agora estou no profissional. Quero continuar crescendo na carreira e me preparar para desafios cada vez maiores”, concluiu o técnico.

