Emprestado pelo Esporte Clube Bahia ao São Paulo até dezembro 2026, o meia Cauly amarga um jejum de jogos pelo São Paulo. Ele não entra em campo há seis jogos, ou seja, ainda não atuou nessa retomada do Brasileirão. O último jogo foi no dia 16 de maio, contra o Fluminense, pelo Campeonato Brasileiro.
Antes da pausa para a Copa do Mundo, Cauly teve um problema na região adutora da coxa direita, e não atuou contra Millonarios, da Colômbia, Botafogo, Boston River, do Uruguai, e Remo, todos disputados antes da paralisação do calendário brasileiro. Porém, ele voltou a ser relacionado contra Athletico-PR e Flamengo, nos últimos dias, mas não saiu do banco.
O São Paulo pagou 500 mil euros (aproximadamente R$ 3,1 milhões na cotação atual) pelo empréstimo. A obrigação de compra é de 2 milhões de euros (R$ 12,3 milhões na cotação atual) por 50% dos direitos econômicos caso ele alcance um determinado número de jogos. Ele entrou em campo 20 vezes, e estariam faltando 5 jogos para alcançar a meta.
Se o jogador for comprado pelo São Paulo, existe outra cláusula que poderá ser ativada em 2027, caso Cauly dispute 40 jogos. Nesse caso, o Bahia receberia mais 600 mil euros (R$ 3,7 milhões). Além disso, caso o meia conquiste títulos ou alcance metas pessoais, o time paulista precisa pagar mais mais 500 mil euros (R$ 3,1 milhões) ao Bahia.
Desta forma, caso todas as cláusulas sejam ativadas, o Bahia vai faturar R$ 22,2 milhões e ainda manter 25% dos direitos econômicos de Cauly. Vale lembrar que o Esquadrão compou Cauly em 2023 por R$ 13,8 milhões.




