Marinho nega rixa com Kieza e revela bastidores da relação no Vitória

Marinho nega rixa com Kieza e revela bastidores da relação no Vitória

O jogador negou que tenha tido qualquer problema ou rixa com Kieza e afirmou que os dois mantinham uma boa relação dentro e fora de campo.

Marinho nega rixa com Kieza e revela bastidores da relação no Vitória
Foto: Reprodução

Em entrevista ao Canal Resenha do Leão, o atacante Marinho, do Vitória, esclareceu uma situação que gerou comentários entre torcedores durante sua passagem pelo clube. O jogador negou que tenha tido qualquer problema ou rixa com Kieza e afirmou que os dois mantinham uma boa relação dentro e fora de campo.

Segundo Marinho, a impressão de que havia algum desentendimento entre os atacantes não correspondia à realidade. Ele destacou que conversava bastante com Kieza e que procurava ajudá-lo durante as partidas.

“Nenhuma. Nenhuma, cara. A gente parecia que tinha. Mas, na verdade, a gente se dava muito bem aqui, cara. Kieza era um dos caras com quem eu mais conversava. Eu falava para ele: ‘Irmão, se depender de mim, você vai fazer gol com dez assistências minhas’. E vários gols que ele fez foram com assistência minha. Várias vezes eu sofri pênalti também. Então, assim, a gente nunca teve problema”, afirmou.

Marinho também comentou sobre os rumores de que Kieza teria ficado incomodado em determinadas situações durante os jogos. Para o atacante, eventuais reclamações eram naturais e faziam parte da dinâmica de uma partida de futebol.

“Às vezes, muita gente fala assim: ‘Pô, velho, você é brigado com Kieza’. Eu falei: ‘Pô, a gente tinha um relacionamento muito bom aqui, velho’. A gente ia toda hora junto, ia treinar toda hora junto, a gente zoava pra caramba. Chegava nas concentrações, era resenha. Então, a gente nunca, nunca teve problema, não”, explicou.

O atacante ainda minimizou possíveis momentos de irritação de Kieza durante as partidas. Marinho ressaltou que um jogador pode ficar frustrado quando não recebe um passe em uma oportunidade de gol, mas que isso não significa necessariamente a existência de um conflito entre os companheiros.

“É porque muita gente fala: ‘Pô, mas é porque o cara se arretou’. Por quê? É normal. Às vezes, o cara não faz gol, velho, e fica arretado. Mas é normal, entendeu? Se eu não tocar a bola para o Caio e ele perder o gol ali, ou não tocar a bola para o Renê, os caras vão me xingar, pô. É normal. Entendeu? É normal. Mas não tinha nada”, completou.

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Fellipe Amaral

Administrador e colunista do site Futebol Baiano. Contato: futebolbahiano2007@gmail.com



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