Felipe Freitas analisa triunfo do Bahia sobre o Fluminense pela Série A1

Felipe Freitas analisa triunfo do Bahia sobre o Fluminense pela Série A1

Após o resultado de 2 a 1, o técnico Felipe Freitas analisou a partida, que, para ele, teve dois tempos distintos.

Felipe Freitas analisa triunfo do Bahia sobre o Fluminense pela Série A1
Foto: Divulgação/EC Bahia

O Esporte Clube Bahia conseguiu um importante triunfo diante do Fluminense no domingo (27), no Estádio Joia da Princesa, em Feira de Santana, e segue no G-8 da A1 do Campeonato Brasileiro. Após o resultado de 2 a 1, o técnico Felipe Freitas analisou a partida, que, para ele, teve dois tempos distintos.

“A gente fez um duelo muito interessante. Como você falou, era um duelo direto, um duelo de 12 pontos. E a nossa ideia era que nós vencêssemos e com placar com uma diferença de dois gols, que o saldo contaria bastante. Tivemos um descuido lá no final do jogo, e é o que eu cobro muito delas, a concentração, o atleta no canto para a gente fazer o encaixe. Não fez o encaixe, elas fizeram um lindo gol. Quando no segundo tempo, nós colocamos o que era para colocar desde o primeiro. É algo que eu tenho cobrado muito desse grupo. É um grupo que tem muito a entregar e a gente percebe isso daí, mas por muitas vezes precisa de um revés, de uma dificuldade. Isso não tem que acontecer. Então, no segundo tempo, a gente faz a leitura estratégica do que o Fluminense estava fazendo. Conseguimos fazer umas trocas que foram muito certas e deram essa nossa superioridade”, analisou.

“Conseguimos construir por vários corredores e várias ações. Melhoramos alguns comportamentos técnicos e de tática individual para a parte de entrada de terço. E isso culminou nos gols que nós fizemos. Basicamente, fico muito satisfeito pela produção feita no segundo tempo, mas muito descontente ainda com o jogo de uma maneira geral”, completou.

Felipe também explicou a opção pela escalação inicial, com três zagueiras. “Nós precisamos de uma estratégia, o Fluminense é um time que ele explora muito bem bolas para profundidade. Você vê que desde faltas no meio campo você tem, por exemplo, goleira vindo para o meio campo, fazendo essa projeção. Nós tentamos centralizar um pouco mais. Foi identificado que a maior parte das bolas delas são lançamentos e cruzamentos muito mais centralizados. E a ideia era tirar isso. Nós conseguimos isso em termos defensivos. Eu acho que a gente conseguiu, mas isso prejudicou um pouco a nossa construção”, ponderou.

O Bahia volta à campo na próxima quinta-feira (1º), diante do Red Bull Bragantino, no Joia da Princesa, para se manter entre os oito primeiros colocados da competição.

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Fellipe Amaral

Administrador e colunista do site Futebol Baiano. Contato: futebolbahiano2007@gmail.com



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