O atacante Romarinho abriu o jogo sobre a passagem relâmpago pelo Esporte Clube Vitória. O jogador de 35 anos foi contratado em julho de 2025, mas deixou o clube em outubro do mesmo ano. Ele disputou cinco partidas com a camisa rubro-negra e não marcou gol. O motivo da saída foi a ampliação da punição por doping que passou a ter validade global.
“É até difícil falar pelo pouco tempo que tive. Infelizmente, não foi da maneira que esperava e fico triste por isso. Queria ajudar, mas infelizmente não foi possível. A gente fica chateado, até por tudo que aconteceu e por ter sido justamente na minha volta ao Brasil, em um momento que me sentia muito bem e queria ajudar o Vitória. Mas, graças a Deus, já está acabando e tenho certeza que coisas boas estão por vir este ano”, disse o atacante em entrevista ao ge.
A punição era válida apenas no futebol asiático e passou a ter vigência mundial. Ele foi punido de uma substância encontrada em um medicamento para fertilidade em 2023, quando atuava na Arábia Saudita. Ele acredita que a punição atrapalhou sua passagem pelo Leão.
“Não teve nenhuma pressão por conta disso. O que aconteceu foi que não pude jogar como queria, por conta da punição. No mais, foi um período muito bom, fui muito bem recebido por todos e realizei o sonho de poder voltar a atuar no futebol brasileiro. Eu estava me sentindo muito bem e pronto para atuar, mas infelizmente não foi possível e, amigavelmente, optarmos por rescindir o contrato”, garante.
Em dezembro de 2025, aconteceu um novo julgamento e o jogador foi liberado a treinar em um novo clube a partir de janeiro e a entrar em campo em fevereiro de 2026. Sem atuar desde o dia 5 de outubro, o atacante garante que resta apenas readquirir ritmo de jogo para voltar aos gramados.
“Estou me sentindo muito bem e pronto para atuar. É mais questão só de adquirir ritmo de jogo nos treinamentos e espero que isso aconteça nos próximos dias, quando definir meu futuro. E aí em fevereiro já posso voltar a jogar normalmente”.




