O presidente do Esporte Clube Vitória, Fábio Mota, esclareceu a situação do atacante Lucas Braga, que seria emprestado ao Fortaleza, mas foi reprovado nos exames médicos do Fortaleza por conta de uma alteração no exame cardiológico. Além disso, o mandatário comentou sobre o processo movido pelo atleta a rescisão indireta na justiça, e afirmou que o atleta não pode mais jogar futebol.
A rescisão de Lucas Braga já saiu no Boletim Informativo Diário (BID) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), nesta sexta-feira (20). Ele cobra débitos de FGTS. O clube afirma que não tem pendência com o jogador, e tenta reverter a decisão judicial.
“Lucas Braga entrou com a ação rescisória contra o Vitória. Ele não queria mais jogar no Vitória e o Vitória também não queria mais ele aqui. A gente emprestou ele para o Fortaleza, o Vitória pagando metade do salário e se subisse, o Fortaleza pagaria o restante, ficaria com o atleta por mais um ano para ele concluir o contrato dele já que ele teria mais dois anos de contrato. Se o Fortaleza não subisse, o Vitória emprestaria ele para outro clube, porque nem ele queria jogar aqui e nem o Vitória queria ele aqui”, afirmou Fábio Mota, ao Arena BNews.
“A gente acabou de receber o relatório aqui, disse que ele não pode mais jogar futebol, não pode fazer nada com a doença congênita que ele tá. Em resumo ele não pode fazer mais nada. […] Agora, ele realmente não tem vínculo com o Vitória, não tem vínculo com ninguém. Agora a discussão é o que é que vai se fazer daqui pra frente”, esclareceu o cartola Rubro-Negro.




