O presidente Fábio Mota, do Esporte Clube Vitória, utilizou as redes sociais para negar que tenha chamado o atacante Lucas Braga de “produto com defeito de fabricação”. Uma página publicou uma fala na internet atribuída ao mandatário rubro-negro, que afirmou se tratar de uma fake news e prometeu tomar providências.
“Uma página publicou uma fala como se fosse minha com relação a Lucas Braga, que sequer conheço a página, o repórter ou o editor! Nunca falei com nenhum deles! Tomaremos as providências cabíveis contra a página e contra quem publicou essa fake News”, publicou o presidente no X (antigo Twitter).
Lucas Braga seria emprestado ao Fortaleza, mas foi reprovado nos exames médicos por um problema cardíaco e corre o risco de não poder mais jogar futebol. O empréstimo foi cancelado e o atleta conseguiu via justiça rescindir o contrato com o Vitória, alegando falta de pagamento do FGTS.
O Vitória deixou de pagar as parcelas da compra do jogador ao Santos, que cogita acionar o clube baiano na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) para cobrar cerca de R$ 3,6 milhões. São duas parcelas vencidas de 300 mil euros cada. A primeira venceu em 30 de setembro e dizia respeito à compra dos direitos econômicos do atleta. A segunda venceu em 7 de janeiro, referente ao bônus pela permanência do Vitória na Série A após o Campeonato Brasileiro. Totalizando 600 mil euros.
O Vitória comprou Lucas Braga por de 1,3 milhão de euros, além de bônus, mas pagou apenas a primeira parcela. Ainda restam, além das duas vencidas, uma terceira parcela de 300 mil euros com vencimento em 30 de abril e uma quarta de 400 mil euros prevista para 30 de setembro.




