Neste domingo (19), Espanha e Argentinam duelam pela grande decisão da Copa do Mundo 2026. O duelo, marcado para 16h, no MetLife Stadium, em Nova York, vai marcar o reencontro entre Lamine Yamal e Lionel Messi, 19 anos após a foto tirada para uma campanha de publicidade, onde Messi – ainda iniciando a carreira – aparece ao lado do bebê Yamal.
De um lado, a Argentina busca o bicampeonato seguido, mas o tetracampeonato, podendo ficar um título atrás da Seleção Brasileira, detentora de 5 taças. Os hermanos foram campeões em 1978, 1986 e 2022. Já a Espanha busca o bicampeonato. A última conquista foi em 2010.
O prêmio para o vencedor é de 50 milhões de dólares (cerca de R$ 255 milhões na cotação atual), valor recorde na história das Copas. A nível de comparação, o montante dos últimos mundiais de 2018 e 2022 foi de 38 milhões de dólares (aproximadamente R$ 193 milhões) 42 milhões de dólares (cerca de R$ 213 milhões), respectivamente.
No total, a Fifa vai distribuir 727 milhões de dólares (aproximadamente R$ 3,7 bilhões), 50% a mais do que foi disponibilizado pela entidade no Mundial do Catar em 2022. Desse valor, cada seleção recebe R$ 53,7 milhões só pela participação (R$ 7,6 milhões voltados exclusivamente para custear a preparação).
Eliminado na Copa do Mundo pela Noruega, a Seleção Brasileira terminou o torneio na décima primeira colocação, arrecadando 15 milhões de dólares (cerca de R$ 77 milhões). Entre os melhores colocados, o vice-campeão embolsa 33 milhões de dólares, enquanto o terceiro e quarto colocados recebem 29 e 27 milhões de dólares, respectivamente.

